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quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Influenciáveis extremistas


Vivemos em um país em que o povo só faz algo se a Grande Mídia (TV, Grandes Jornais e Revistas, que pertencem a um grande grupo empresarial que por sua vez tem interesses políticos próprios) apoia.

Exemplos disso, foi no começo deste ano (2011) com as tragédias que aconteceram na Serra Carioca, que a Grande Mídia apoiou e incentivou a população com a doação de mantimentos e bens para a população afetada pelas chuvas e desmoronamentos. O povo brasileiro fez a sua parte e ajudou a quem precisou. Porem, quando a mídia deixou de noticiar e apresentar os problemas que continuavam, o povo se desinteressou e começou a assistir as noticias que as TV’s passavam com relação à Copa, Olimpíadas, Corrupções, etc, etc, etc...

Atualmente o que a Grande Mídia tem dado ênfase é a ocupação da Reitoria da USP. E passeando um pouco nas redes sociais para ver o que a população anda comentando sobre o assunto, vemos apenas repetições baratas e de baixo calão do que a Grande Mídia vem dizendo. Uma boa parte dos cidadãos não se interessa em analisar uma mídia boa, forte barata e, nessa questão, bem confiável que são blogs independentes.

O povo não se interessa em abrir o Google (não quero fazer propaganda) e digitar “blogs USP”, “Professores USP” ou “alunos USP” e procurar alguns blogs das pessoas que estão diretamente envolvidas nesta questão para ver se o que a Grande Mídia retrata é a realidade ou somente um fato que para ela será lucrativo.

Porem, também existe pessoas que são o outro extremo. Não fazem nada que algumas empresas dessa Grande Mídia fazem ou apóiam. Exemplo disto é que na data de hoje (16/11/2011) está rolando pela Internet um vídeo de Atores da Globo (também não é referencia de propaganda) sendo contra a construção da Hidrelétrica de Belo Monte, explicando alguns dos motivos dos quais ela será prejudicial para nosso País e Nação e pedindo a ajuda do povo brasileiro. As pessoas que são contra o Grupo Globo começou a criticar a atitude desses artistas que fizeram o filme sobre a Belo Monte. O argumento deles é: “se são da Globo, boa coisa não tem por traz disso”.

Essas pessoas esquecem que antes de serem funcionários da Globo, eles são cidadãos brasileiros, amigos e tem um propósito em comum, que é valorizar e proteger algo que todos os brasileiros, indígenas, rurais ou urbanos tem direito, que é o direito de expressão e de falar.

Porem os dois extremos tem mias em comum do que eles mesmos pensam. Eles só agem em função da Grande Mídia e não por si mesmos...

Só tenho duas perguntas a fazer para todos vocês: Ate quando vamos nos deixar ser influenciados? E quando vamos começar a pensar por conta própria e ir atrás de nossos idéias e deixar de comprar os idéias de grandes empresários??

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

O amar


Muito se fala sobre o amor, sobre a nobreza do sentimento, que é o certo, etc..
Mas pouco se fala sobre o amar... Sobre o ato de viver o amor.
Digo “amar” não como sendo  somente sentir Amor, mas sim algo mais amplo, uma série de atitudes, formas de pensar e tratar o outro e a si mesmo.
Pensando sobre isso reparei que muitas pessoas distorcem o amar. Vicia-se no amor, sofre por amor, o usa como uma droga pra alimentar seu próprio Ego, dizendo que ama, e que por isso está acima de tudo.

Acredito que tudo tem limites, tudo precisa disso, inclusive o amor e o amar.
Quem ama muito, dificilmente ama a si mesmo da mesma forma, se mata pelo bem da outra pessoa, destrói a própria vida pelo amor. Nunca aceita o amar a si mesmo, trata isso como sendo egoísmo.

O amar é muito mais complexo do que o amor, amor é uma coisa que por mais impossível de ser explicado você sabe o que é quando sente, mas pra amar, é preciso o outro, o ato de amar requer atitudes, mudanças, choros, risos, momentos, já o amor, você só sente...  eu separaria o amor como sendo algo divino, mas o amar é humano

Pra Amar eu preciso entender que o outro apesar de ser o alvo do meu amor, não faz parte de mim, ele não está lá pra viver minha vida... Tomar minhas decisões, o outro não vive meus sonhos...
Quando a gente percebe isso, percebe que o contrário é igual, assim como eu o outro tem a vida dele. Vamos respeitar mais seus desejos, seus gostos, vamos nos doar mais, de forma simples, sem peso porque precisamos disso também, Percebemos que não temos o direito de viver a vida dele, então, se dar demais ou esperar demais não vai ajudar.

Controlar Demais, viver o que não nos pertence, precisa ser pensado, é doentio, nos faz mal, e isso não deve ser minha forma de amar, ao contrario disso porque não interiorizar? Trabalhar minha auto-estima? Rever meus valores, conceitos, minha caminhada? Tentar melhorar meu Bem-estar, me mover ao meu favor, e assim serei agradável o suficiente pra amar e ser amado de forma saudável e prazerosa, isso passa longe do egoísmo, poderíamos fazer isso sem culpa

No mínimo sua vida fica mais colorida... Você pode ver poesia em tudo, sons, barulhos, a beleza das coisas simples, os sabores serão mais gostosos, as coisas se tornam mais possíveis. Dessa forma, a convivência humana fica mais leve, flui como música. E isso é amar aos outros como a si mesmo, e essa, a meu ver, é a forma mais linda de se amar.


Rodrigo de Moraes

Mudança


Estive lembrando nessas ultimas semanas de como minha infância foi boa, e a de meus pais e meus tios foram melhores do que a minha. Antigamente as pessoas eram felizes de verdade. E por quê?
Pensei muito sobre esse assunto e descobri que antigamente não havia uma cobrança da sociedade em questão de consumo, e sim no quesito a amizade. Hoje em dia um ser humano acaba sendo popular pelos equipamentos eletrodomésticos que possui, tais como TV’s de 3D, home Theater, celulares, microcomputadores, vídeos games, etc. Antigamente, para ser popular, você deveria conhecer as pessoas que gostavam de sair ou que eram muito amigáveis.
E analisando mais profundamente ainda, descobri que essa cobrança pelo consumismo não veio diretamente da sociedade, e sim das grandes corporações. Elas têm Dominado nosso estilo de vida, fazendo com que pensemos que para sermos felizes, temos que consumir ao Maximo, temos que sempre ter o carro do ano, a TV do ano, as roupas da época, etc. Essas mesmas corporações tem feito uma pressão sobre os governos mundiais para que eles incentivassem que o seu povo consumissem mais com um custo relativamente baixo para que eles possam vender mais e lucrar muito mais ainda, se preocupando pouco com o meio ambiente e a sociedade ao seu redor.
Creio que a situação de diferença sócio econômico atual se deve por 2 motivos. Primeiro é a ganância das grandes empresas em lucrar e colocam mensagem de que um produto que não necessitamos para nossa sobrevivência é o que vai nos trazer a popularidade e a felicidade. Sempre estão incentivando o consumo a todo custo, sem se preocupar como vai acontecer o descarte de produtos antigos (alguns não passam de seis meses). Pois hoje em dia estão medindo as classes sócias brasileiras e mundiais pelo consumo e o patrimonio que elas tem, e existem pessoas, que para se enquadrar em uma classe acima do que está atualmente, vão aos grandes varejistas e fazem crediário para poderem ter o consumo equivalente a classe que ela quer atingir, e acabam pagando (muitas das vezes) dois ou ate três produtos, para ter somente um.
E o segundo e mais importante, é a ma distribuição não só da renda, que acho que é uma conseqüência da principal ma distribuição, mas sim da educação e da dignidade. Pois creio que quando se tira a educação básica de uma criança (fazendo com que ela seja aprovada automaticamente) sem uma educação com que a faça pensar com iniciativa própria, num futuro de no Maximo 10 anos, esses futuros jovens vão começar a pensar e agir conforme as mídias dizem que é o correto e traga a felicidade, e isso eu acho que é o pior que é tirar a dignidade de um ser humano de ter uma iniciativa.
Para mudarmos esse quadro que nos aflige é dar uma educação bem mais digna, comparada com a de a uns 10 ou 15 anos atrás no mínimo. E a outra é mudarmos o jeito que se governa esse país, fazendo com que as grandes corporações se responsabilizem pelos “lixos” que eles mesmos produzem nas casas de seus consumidores. E uma idéia muito simplória mais de uma complexidade de aplicação é dar ótimos benefícios fiscais para as pessoas e empresas que fazem reciclagem e utilizam produtos recicláveis. E temos também que nos preocupar como iremos cuidar como iremos tratar esse consumo exagerado.
Pois nosso governo atual só está preocupado em atingir as metas de consumo dos grandes países (como EUA e União Européia). Creio que isso seja algo muito, mais muito fútil. Quer ser um país exemplo para os demais, temos que primeiro cuidar do nosso povo, para depois pensar em política externa. Primeiro temos que cuidar de como vamos dar a dignidade que foi roubada aos nossos cidadãos, como vamos voltar a ter uma educação digna e responsável, uma segurança em que criminosos tenham medo dela e não cidadãos cumpridores de suas responsabilidades, pois hoje a nossa segurança não está atendendo a demanda da sociedade por causa apenas da corrupção que nosso país sofre. Isso só irá acabar quando o sistema judiciário realmente for imparcial e justo. Ou seja, quando ele realmente punir os grandes culpados, que são criminosos com beca, políticos, e com fardas, policiais.
O dia em TODAS essas coisas acontecerem, creio com muita fé que o Brasil essa um dos países exemplares do globo. Será o alvo de muitas nações mundiais. E depois que consigamos dar a dignidade para o povo brasileiro, as demais coisas serão conseqüência. Tais como, uma influencia para conseguir acabar com as guerras apenas com algumas conversas e tratados. Acabar com a diferença racial e social que aflige a África e Oriente Médio.
E para conseguirmos isso, temos que dar o grande passo para entrarmos nessa nova estada, que é elegendo os “caras” que iram representar e trabalhar para o povo e não para as mega empresas. Então pense bem como você, cidadão brasileiro, irá escolher que irá te representar.

Vamos continuar os mesmos?


Esses últimos meses, pude analisar bem como anda a situação da política brasileira. E lendo alguns textos de Arnaldo Jabor, percebi que o povo brasileiro é marionete dos Grandes políticos que “dominam” os três poderes da nossa digníssima Democracia. Políticos como Collor, Maluf, Jefferson, entre outros, que sempre estará em Brasília (às vezes não presencialmente mas com parentes ou assessores) e sempre defenderão os interesses de grandes grupos econômicos nos quais eles participam de alguma forma.
Creio que a Sociedade em que vivemos, tem um pensamento de que não se pode mais mudar o que está encravado na política nacional. Como disse Ghandi “não me preocupa o grito dos maus e sim o silencio dos bons”. E outra frase que já ouvi diversas vezes mais nunca prestei atenção em quem foi o autor dela: “não podemos mudar o começo, mas podemos escolher como será o final”.
O povo brasileiro está bitolado em conseguir se destacar em meio ao monte de trabalhadores explorados pela mais valia, tentando acumular experiências profissionais para ser mais um patrão para colaborar com as diferenças socioeconômicas em que no tempo da ditadura de GV e Militar, muitos lutaram contra e morreram ou irão morrer sem ver seu sonho realizado.
Existem muitos políticos que dizem que irão trabalhar para o povo, mas são esses mesmos políticos que regem algumas regras de como um cidadão deve se comportar, de como é que se vive dignamente em um país em que tem uma das maiores taxas tributarias, são as mesmas que ganham milhões de Reais com seu labor pouco valorizado dos trabalhadores. E essas mesmas pessoas dizem que vão tentar diminuir a diferença social existente no Brasil são as mesmas que fazem com que ela cresça a cada dia. Dizem que o pobre ficou menos pobre, porem não dizem o quando o seu patrimônio cresceu em seu período em que “trabalhou para a nação Brasiléia”. Dizem que o povo brasileiro nunca se contenta, mas na verdade esse período eleitoral em que estamos passamos denota bem o quanto o povo brasileiro está conformado e aceitando a nossa situação circense que a nossa política vive, com os Famosos, artistas e religiosos (que dizem que a solução para o brasileiro é a “mão de Deus” sobre o plenário).
Muitos cidadãos dizem que irão votar em flano de tal com a expectativa de que ele não irá ganhar. Mas acho que isso é o cumulo da conformidade em que muitos dizem que eles não podem fazer nada para mudar o país. Digo que esse é a forma mais importante dessas pessoas terem uma atitude extremamente radical para dar um primeiro passo para a mudança em nosso cenário político, econômico, ecológico e social. Que é empenhando esse direito que temos de escolher quem nos achamos apropriado para nos representar nos três poderes. Temos que analisar bem o histórico dos candidatos e suas promessas e de como ele irá fazer para ajudar o povo. Temos que escolher pessoas para trabalhar conosco, não para nós e nem para mandarmos em nós. E se você acha que não existe nenhum candidato que você considere capaz ou digno d ter o seu voto, anule-o, pois esse é o meio existente de você mostrar que não concorda com ninguém.
Temos que nos mobilizar de alguma forma para que conseguirmos levar o Brasil para uma nova estrada em que os políticos sejam nossos parceiros e não nossos patrões, como ocorre nos dias atuais. Uma coisa que sempre digo, para começar uma mudança ou uma nova caminhada, temos que dar o primeiro passo. E esse passo nos iremos dar dia 3 de outubro, elegendo quem queremos que nos represente. PENSE BEM NO SEU VOTO. Não seje mais um conformado com um mundo encravado que não se pode mudar